ETCO http://www.etco.org.br Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial Wed, 17 May 2017 18:06:39 +0000 pt-BR hourly 1 “São Paulo se tornou o centro de distribuição do comércio ilegal” http://www.etco.org.br/etco-na-midia/sao-paulo-se-tornou-o-centro-de-distribuicao-do-comercio-ilegal/ Wed, 17 May 2017 18:06:39 +0000 http://www.etco.org.br/?p=23418 É o que afirma Edson Vismona (na foto), presidente do Fórum Nacional Contra Pirataria e Ilegalidade. A prática criminosa causou perdas de R$ 130 bilhões em 2016 Em 2016, o setor de vestuário brasileiro deixou de faturar R$ 29 bilhões em decorrência das perdas causadas pelo mercado ilegal. Ao incluir itens como tênis (R$ 1,6 bilhão), óculos (R$ 7,78 bilhões) ...

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É o que afirma Edson Vismona (na foto), presidente do Fórum Nacional Contra Pirataria e Ilegalidade. A prática criminosa causou perdas de R$ 130 bilhões em 2016

Em 2016, o setor de vestuário brasileiro deixou de faturar R$ 29 bilhões em decorrência das perdas causadas pelo mercado ilegal.

Ao incluir itens como tênis (R$ 1,6 bilhão), óculos (R$ 7,78 bilhões) e relógios (R$ 624 mil), o prejuízo fica em torno de 39 bilhões, de acordo com um levantamento do Fórum Nacional Contra a Pirataria e Ilegalidade (FNCP).

O montante “perdido” é similar à soma das receitas da Via Varejo, Walmart e Carrefour.

De acordo com a mesma pesquisa do FNCP, o contrabando, incluindo 16 setores produtivos, ocasionou perdas de quase 130 bilhões para o Brasil.

“Foram R$ 79 bilhões que as empresas deixaram de faturar e R$ 41 bilhões que o governo deixou de arrecadar devido a sonegação de impostos”, afirma Edson Vismona, presidente do FNCP e do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO).

Fonte: Jornal do Comércio (17/05)

Clique aqui para acessar a matéria completa

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Atualidades do Direito do Trabalho http://www.etco.org.br/noticias/atualidades-do-direito-do-trabalho/ Tue, 02 May 2017 14:04:37 +0000 http://www.etco.org.br/?p=23408 A Britcham promove no próximo dia 26 de maio de 2016, das 08:30h às 12:00h, o seminário “Atualidades do Direito do Trabalho – Terceirização (Lei nº 13.429/2017) e a Prevalência dos Acordos Coletivos sobre a Legislação” Associados e parceiros do ETCO terão desconto na inscrição. Acesse e saiba mais em BRITCHAM  

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A Britcham promove no próximo dia 26 de maio de 2016, das 08:30h às 12:00h, o seminário “Atualidades do Direito do Trabalho – Terceirização (Lei nº 13.429/2017) e a Prevalência dos Acordos Coletivos sobre a Legislação

Associados e parceiros do ETCO terão desconto na inscrição.

Acesse e saiba mais em BRITCHAM

 

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Devo, não nego, mas também não pago http://www.etco.org.br/etco-na-midia/devo-nao-nego-mas-tambem-nao-pago-2/ Tue, 02 May 2017 13:39:57 +0000 http://www.etco.org.br/?p=23405 Devedores contumazes não quitam impostos deliberadamente como forma de bater a concorrência   por: Kalleo Coura (Portal JOTA)   O estado de São Paulo tem R$ 1,5 bilhão em problemas que, apesar de inúmeros esforços, não consegue resolver. O montante corresponde ao tamanho da dívida tributária de apenas uma grande refinaria, que o estado tenta, mas não consegue receber. O estado ...

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Devedores contumazes não quitam impostos deliberadamente como forma de bater a concorrência

 

por: Kalleo Coura (Portal JOTA)

 

O estado de São Paulo tem R$ 1,5 bilhão em problemas que, apesar de inúmeros esforços, não consegue resolver. O montante corresponde ao tamanho da dívida tributária de apenas uma grande refinaria, que o estado tenta, mas não consegue receber.

O estado já tentou cobrar. Sem sucesso. O estado já tentou penhorar bens. Sem sucesso (em um processo em que tentava recuperar R$ 1 milhão, por exemplo, encontrou ativos no valor de R$ 280,83). Já tentou até cassar a inscrição estadual de substituição tributária. Também sem sucesso – devido a um processo de recuperação judicial no Rio de Janeiro.

Apesar disso, em média, a cada mês, a empresa deixa de pagar mais R$ 30 milhões em ICMS. “Trata-se do exemplo mais emblemático de um devedor contumaz”, afirma o procurador do estado de São Paulo Alessandro Junqueira, do Grupo de Atuação Especial para Recuperação Fiscal (GAERFIS). “A recuperação judicial está sendo usada indevidamente como uma forma de blindagem da empresa e de seu patrimônio. Tudo indica que no futuro a refinaria deixará um rombo bilionário, que não será pago, em diversos estados da federação”.

Devedor contumaz é a empresa que declara possuir uma dívida tributária, mas de forma reiterada e premeditada não age para quitá-la. Como o empresário não sonega, apenas não paga o imposto devido, em tese, não comete um crime. Além disso, deixa a concorrência para trás, já que o não pagamento dos tributos é repassado para o preço dos produtos, que ficam artificialmente mais baratos.

“Você dever tributos, eventualmente, é da vida. O problema é quando você estrutura o seu negócio com o objetivo de fraudar o fisco e com isso ter um ganho significativo sobre a concorrência”, afirma o advogado Edson Vismona, presidente do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO).

Leia a matéria completa no site JOTA

 

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Campanha O Brasil que Nós Queremos chega aos municípios http://www.etco.org.br/etco-na-midia/campanha-o-brasil-que-nos-queremos-chega-aos-municipios/ Thu, 27 Apr 2017 18:31:23 +0000 http://www.etco.org.br/?p=23377  O Movimento Nacional em Defesa do Mercado Legal Brasileiro, coordenado pelo Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO) e o Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP), em conjunto com mais de 70 entidades empresariais e organizações da sociedade civil afetadas pelas práticas ilegais do contrabando, firma uma parceria com a Frente Nacional dos Prefeitos (FNP) com o objetivo ...

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ASSINATURA FNP 2_edited

 O Movimento Nacional em Defesa do Mercado Legal Brasileiro, coordenado pelo Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO) e o Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP), em conjunto com mais de 70 entidades empresariais e organizações da sociedade civil afetadas pelas práticas ilegais do contrabando, firma uma parceria com a Frente Nacional dos Prefeitos (FNP) com o objetivo de estabelecer políticas que permitam reduzir o comércio de produtos ilegais fruto do contrabando, descaminho e falsificação.

Para celebrar essa união foi assinado um termo de cooperação, durante o IV Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável, com objetivo de estimular o compartilhamento de boas práticas e iniciativas dos municípios para o combate à ilegalidade.

Esta ação faz parte da campanha “O Brasil que Nós Queremos”, lançada em março deste ano, em parceria com o Governo Federal. Na ocasião, o ministro da Justiça, Osmar Serraglio, assinou protocolo de intenções inédito com as principais medidas e ações que de fato fiscalizem e coíbam o contrabando, incentivando nossas indústrias a voltar a produzir e o comércio a vender.

Para Edson Vismona, presidente do ETCO e do FNCP e coordenador do Movimento em Defesa do Mercado Legal Brasileiro, esta é uma excelente oportunidade para que o combate seja feito na ponta que mais afeta os cidadãos brasileiros: os municípios. “É fundamental que tenhamos políticas de fechamento das fronteiras, por onde os produtos contrabandeados entram no país. Mas é nas cidades brasileiras que esse comércio ilegal ocorre, então também precisamos estabelecer medidas que permitam às prefeituras combater esse problema” afirmou Vismona.

ARRECADAÇÃO MUNICIPAL – Em um debate realizado durante o IV Encontro dos Municípios, Vismona apresentou dados de um levantamento realizado pelo FNCP relativo à relação entre o comércio ilegal de produtos e a arrecadação de tributos. De acordo com o estudo, somente o repasse de ICMS para as cidades brasileiras poderia crescer em R$ 4,5 bilhões anuais caso essas práticas criminosas fossem combativas de forma estruturada e efetiva.

O protocolo de intenções assinado aponta diversas iniciativas que podem ser adotadas pelas prefeituras para solucionar este problema, entre elas:

  • Desenvolver, continuamente, ações de inteligência e repressão no combate ao contrabando e descaminho;
  • Aumento da fiscalização intensiva para combate ao mercado ilegal, com a realização de operações frequentes de apreensão de produtos de origem ilícita;
  • Instituição de gabinetes integrados de segurança para coordenar o combate à ilegalidade nos municípios;
  • Promover uma política de fechamento dos estabelecimentos que vendem produtos ilegais, que funcionam sem respeitar os regulamentos municipais, cassando as inscrições municipais e estaduais;
  • Capacitação das guardas municiais para o combate ao mercado ilegal;

Vismona acredita que esta união de forças é fundamental para a retomada da dignidade dos brasileiros. “A ilegalidade tem efeitos nefastos não só sobre a economia e a sobrevivência das empresas. Muito mais perversos são os problemas que ela traz sobre a população, em especial para aquelas camadas mais vulneráveis da sociedade que sofrem com a criminalidade e o desemprego”.

O caso do contrabando de cigarros é emblemático. Segundo levantamento da Receita Federal, mais de 65% das mercadorias contrabandeadas que entram no país são cigarros e, em 2016, o volume de cigarros ilegais atingiu 31,521 bilhões de unidades e é consumido, em sua grande maioria, pelas classes C e D. “Além de financiarem o tráfico de drogas e armas, esses produtos não seguem nenhuma regra estabelecida pelas autoridades sanitárias brasileiras, trazendo prejuízos enormes aos consumidores” finalizou Vismona.

 

 

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Ministério da Justiça vai reativar Conselho de Combate à Pirataria http://www.etco.org.br/noticias/etco-informa/ministerio-da-justica-vai-reativar-conselho-de-combate-pirataria/ Wed, 26 Apr 2017 20:18:11 +0000 http://www.etco.org.br/?p=23390 O Conselho Nacional de Combate à Pirataria será reativado pelo Ministério da Justiça, que terá ações de inteligência, coordenação e repressão nas fronteiras, em especial com a do Paraguai. O Ministro Osmar Serraglio (Justiça), o deputado Efraim Filho (DEM-PB), da Frente de Combate ao Contrabando, e o coordenador do Movimento em Defesa do Mercado Legal Brasileiro, Edson Vismona, se reuniram ...

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O Conselho Nacional de Combate à Pirataria será reativado pelo Ministério da Justiça, que terá ações de inteligência, coordenação e repressão nas fronteiras, em especial com a do Paraguai.
O Ministro Osmar Serraglio (Justiça), o deputado Efraim Filho (DEM-PB), da Frente de Combate ao Contrabando, e o coordenador do Movimento em Defesa do Mercado Legal Brasileiro, Edson Vismona, se reuniram para discutir a implementação da campanha “O Brasil que nós Queremos: Unidos pelo fim do contrabando”.

“A união de forças entre Governo, parlamento e sociedade é o caminho para combater o crime do contrabando e o apoio do Ministro da Justiça será fundamental para êxito da defesa do mercado ilegal”, diz Vismona, presidente do ETCO

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O combate ao contrabando na pauta do Ministério da Justiça http://www.etco.org.br/noticias/23366/ Wed, 19 Apr 2017 18:27:29 +0000 http://www.etco.org.br/?p=23366 O Ministro da Justiça, Osmar Serraglio, se reuniu hoje (19/04),  com o presidente da Frente Parlamentar de Combate ao Contrabando e à Ilegalidade, deputado Efraim Filho, e com o coordenador do Movimento em Defesa do Mercado Legal Brasileiro, Edson Vismona, para avaliar proposta de ações para implementação do protocolo de intenções, assinado no dia 29 de Março, no lançamento da ...

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IMG1O Ministro da Justiça, Osmar Serraglio, se reuniu hoje (19/04),  com o presidente da Frente Parlamentar de Combate ao Contrabando e à Ilegalidade, deputado Efraim Filho, e com o coordenador do Movimento em Defesa do Mercado Legal Brasileiro, Edson Vismona, para avaliar proposta de ações para implementação do protocolo de intenções, assinado no dia 29 de Março, no lançamento da campanha “O Brasil que nós Queremos”.

Entre as medidas estão a reativação do Conselho Nacional de Combate à Pirataria (CNCP) e monitoramento das fronteiras com o Paraguai.

Veja a íntegra das ações propostas.

 

PROTOCOLO DE INTENÇÕES_MERCADO LEGAL E MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

 

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O Brasil que nós queremos http://www.etco.org.br/noticias/o-brasil-que-nos-queremos-2/ Thu, 30 Mar 2017 18:01:03 +0000 http://www.etco.org.br/?p=23351 O Movimento em Defesa do Mercado Legal Brasileiro, que é coordenado pelo ETCO e FNCP, em conjunto com a Frente Parlamentar Mista de Combate ao Contrabando e à Falsificação, uniram forças com o governo e a sociedade civil para lançar, no último dia 29 de março, a campanha “O Brasil que nós queremos”. O objetivo,  além de alertar governo e ...

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O Movimento em Defesa do Mercado Legal Brasileiro, que é coordenado pelo ETCO e FNCP, em conjunto com a Frente Parlamentar Mista de Combate ao Contrabando e à Falsificação, uniram forças com o governo e a sociedade civil para lançar, no último dia 29 de março, a campanha “O Brasil que nós queremos”. O objetivo,  além de alertar governo e sociedade para os prejuízos causados pelo contrabando, é propor uma agenda positiva de combate a esse crime, que resulte em um país livre do comércio ilegal, onde se possa gerar mais empregos, renda, arrecadação para os Estados e condições de desenvolvimento econômico para a população.

Evoluir do discurso para a prática

Combater a ilegalidade é condição prioritária para alcançar este país que nós queremos. Além de prejudicar o Brasil economicamente, atividades como o contrabando de cigarros, armar e drogas, fomentam o crime organizado.

Desta forma, foi definida entre os participantes, uma agenda de trabalho que começa agora e será desenvolvida ao longo de 2017. Esse pacto foi protocolado em cerimônia que contou com a presença do Ministro da Justiça, Osmar Serraglio e prevê, em linhas gerais:

  • Apoio técnico e operacional à execução do Plano Nacional de Frinteiras (com foco na fronteira entre Brasil e Paraguai)
  • Implementação de ações de inteligência no combate ao contrabando
  • Identificação de recursos financeiros para investimentos em recursos humanos e tecnológicos
  • Promover discussões no legislativo de medidas que facilitem a execução do plano de fronteiras
  • Criação de grupos de trabalho conjuntos (parlamento, sociedade civil, governo e judiciário)
  • Fomentar debate com países vizinhos
  • Sensibilizar a sociedade sobre os impactos da ilegalidade, incentivando uma mudança de comportamento.

Além da assinatura do acordo, a campanha contou com uma forte
,  um evento com a destruição de produtos contrabandeados em São Paulo e Foz do Iguaçu,  abertura da exposição Cidade do Contrabando, no saguão da Câmara dos Deputados e uma ampla cobertura a imprensa.

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Campanha “O Brasil que nós queremos” alerta para impactos e perigos da pirataria http://www.etco.org.br/etco-na-midia/campanha-o-brasil-que-nos-queremos-alerta-para-impactos-e-perigos-da-pirataria/ Thu, 30 Mar 2017 17:27:05 +0000 http://www.etco.org.br/?p=23346 O objetivo é conscientizar a população de que o contrabando e a pirataria retiram recursos de áreas essenciais – como saúde, educação e segurança – e geram recursos para o crime organizado. O deputado Efraim Filho (DEM-PB) comenta “Vai um óculos baratinho aí, doutora? Compra aqui na minha mão!” A venda é feita à luz do dia, sem cerimônia. Os ...

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O objetivo é conscientizar a população de que o contrabando e a pirataria retiram recursos de áreas essenciais – como saúde, educação e segurança – e geram recursos para o crime organizado. O deputado Efraim Filho (DEM-PB) comenta

“Vai um óculos baratinho aí, doutora? Compra aqui na minha mão!” A venda é feita à luz do dia, sem cerimônia. Os produtos piratas invadiram as ruas do país. São brinquedos, CDs, vestuário e tantos outros produtos que trazem impactos negativos à economia e risco à saúde.

No combate ao crime, a Frente Parlamentar Mista de Combate ao Contrabando e à Falsificação e o Movimento Nacional em Defesa do Mercado Legal Brasileiro, liderado pelo Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial e o Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade, vão lançar, em Brasília, a campanha “O Brasil que nós queremos”.

O movimento e a frente parlamentar vão trazer ao Congresso a miniexposição “Cidade do Contrabando”, que simula todas as benfeitorias possíveis se o contrabando e o comércio de produtos ilegais fossem extinguidos e o dinheiro investido para construção do Brasil que nós queremos.

Para apresentar todos os detalhes, o Com a Palavra entrevistou o coordenador da frente parlamentar e autor de projeto que prevê medidas de prevenção e repressão ao contrabando, deputado Efraim Filho, do Democratas da Paraíba.

Segundo o parlamentar, além da preocupação com o crime em si, o movimento pretende mudar a cultura e conscientizar a população de que o contrabando e a pirataria retiram recursos de áreas essenciais, como saúde, educação e segurança; e geram recursos para o crime organizado. Para o deputado Efraim Filho, uma das soluções para o fim do crime de contrabando seria a racionalização e a desburocratização do sistema tributário.

Na entrevista, Efraim Filho também comentou a operação da Polícia Federal que, nesta quarta-feira, cumpriu mandados de prisão contra cinco conselheiros do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro. Segundo o deputado, essa operação reforça o papel das instituições e acaba com o estigma de que a Justiça não funciona para todos.

Apresentação – Elisabel Ferriche e Lincoln Macário
Fonte: Rádio Câmara (29/03/2017)

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Mini exposição “A cidade do Contrabando” em Brasília, é uma das iniciativas da campanha “O Brasil que nós queremos” http://www.etco.org.br/etco-na-midia/mini-exposicao-cidade-do-contrabando-em-brasilia-e-parte-da-campanha-o-brasil-que-nos-queremos/ Thu, 30 Mar 2017 15:27:19 +0000 http://www.etco.org.br/?p=23342 A simulação de uma cidade, feita só com produtos contrabandeados, quer chamar a atenção de Deputados e Senadores, para o que o Brasil tem a ganhar se combater o contrabando. São pontes, casas, prédios e hospitais, que poderiam ser construídos com os mais de R$ 130 bilhões de Reais  de prejuízos que o contrabando causa ao País. Veja aqui íntegra ...

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A simulação de uma cidade, feita só com produtos contrabandeados, quer chamar a atenção de Deputados e Senadores, para o que o Brasil tem a ganhar se combater o contrabando. São pontes, casas, prédios e hospitais, que poderiam ser construídos com os mais de R$ 130 bilhões de Reais  de prejuízos que o contrabando causa ao País.

Veja aqui íntegra da matéria matéria publicada pela TV NBR

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Entidades denunciam que contrabando dá prejuízo de R$ 130 bilhões ao Brasil http://www.etco.org.br/noticias/entidades-denunciam-que-contrabando-da-prejuizo-de-r-130-bilhoes-ao-brasil/ Thu, 30 Mar 2017 15:04:57 +0000 http://www.etco.org.br/?p=23338 A Frente Parlamentar Mista de Combate ao Contrabando e à Falsificação e o Movimento Nacional em Defesa do Mercado Legal Brasileiro lançaram hoje (29) a campanha “O Brasil que nós queremos”, em parceria com o Ministério da Justiça. A meta é coibir a prática de contrabando no Brasil. Segundo as entidades, em 2016, o mercado ilegal gerou perdas de R$ ...

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Ministro da Justiça, Osmar Serraglio / Foto: Fabio Pozzebom (Agência Brasil)

Ministro da Justiça, Osmar Serraglio / Foto: Fabio Pozzebom (Agência Brasil)

A Frente Parlamentar Mista de Combate ao Contrabando e à Falsificação e o Movimento Nacional em Defesa do Mercado Legal Brasileiro lançaram hoje (29) a campanha “O Brasil que nós queremos”, em parceria com o Ministério da Justiça. A meta é coibir a prática de contrabando no Brasil.

Segundo as entidades, em 2016, o mercado ilegal gerou perdas de R$ 130 bilhões para o país, de perdas de setores produtivos, como tabaco e vestuário e sonegação de impostos. A campanha ocorre em conjunto com mais de 70 entidades empresariais e organizações da sociedade civil afetadas pelas práticas ilegais do contrabando.

O aumento dessas práticas decorre de uma combinação de fatores: aumento de impostos, crise econômica e fragilidade das fronteiras. Por isso, “atacar o contrabando é uma medida extremamente efetiva para a recuperação econômica e colabora duramente para o fim do tráfico e do crime nas cidades”.

Para o presidente da Frente Parlamentar de Combate ao Contrabando e à Falsificação, deputado federal Efraim Filho (DEM/PB), combater o contrabando não significa unicamente coibir os vendedores ambulantes. “ O combate ao contrabando se inicia nas fronteiras, com trabalho de inteligência, e avançando em um tripé importante: recursos humanos, financeiros e tecnológicos”, disse. Segundo ele, os custos de mais de R$ 1 milhão por dia nas operações de fronteira são, na verdade, investimentos, já que a arrecadação cresce dez vezes mais depois disso.

Cultura condescendente

Além disso, segundo Efraim, é preciso combater a cultura condescendente da população com o contrabando. “As pessoas consideram um crime de menor potencial ofensivo porque a visão que temos é do vendedor de CD e DVD, ou de marcas de bolsas e roupas. Só que quando quebramos essa capa superficial, se vê algo que é extremamente agressivo e nocivo à sociedade, que deteriora o trabalho formal, financia o narcotráfico e gera risco à integridade e saúde do consumidor”, disse o deputado, referindo-se, por exemplo, a remédios, bebidas e brinquedos falsificados e contrabandeados.

O ministro da Justiça, Osmar Serraglio, assinou um protocolo de intenções com as principais medidas e ações para fiscalização e repressão ao contrabando.

Entre os objetivos prioritários do termo estão identificar recursos financeiros para investimento em recursos humanos e tecnológicos; dar apoio técnico e operacional à execução do Plano Nacional de Fronteiras, com especial atenção às ações econômico-sociais e de fiscalização da fronteira entre Brasil e Paraguai; fomentar o debate internacional e legislativo; e sensibilizar a sociedade sobre os impactos da ilegalidade com o objetivo de gerar mudança de consumo de produtos ilegais.

Para o coordenador do Movimento Nacional em Defesa do Mercado Legal Brasileiro, Edson Vismona, o protocolo assinado aponta os caminhos e onde estão os recursos para investimento em tecnologia e recursos humanos.

“Nós queremos que haja ações práticas, diagnósticos todos nós já temos. Sugerimos a criação de gabinetes de fronteira unindo os órgãos para que identifiquem nos milhares de inquéritos quem são os fornecedores, temos que qualificar a informação para que possamos ir à raiz de quem está operando esse comercio ilícito”, disse.

De acordo com o diretor da Associação Brasileira de Combate à Falsificação, Rodolpho Ramazzini, o setor que mais perde com o contrabando e a falsificação é o do cigarro, que registra prejuízos de R$ 5 bilhões, seguido das auto peças, com R$ 3 bilhões, além de outros segmentos. “O Brasil tem 16 mil quilômetros de fronteira com os países limítrofes, nos quais só temos 24 postos de fiscalização. Em todos os nossos portos não temos 3 mil agentes para realizar o desembaraço de contêineres. Qualquer coisa entra no Brasil. Os poucos fiscais que têm trabalham bem, apreendem bastante coisa, mas é muito pouco perto do que deveria ser feito para que tivesse concorrência mais leal no mercado”.

Ele destacou que a crise econômica e a alta dos tributos foram os fatores que contribuíram para o crescimento do consumo desse material, mas ressaltou que o consumidor perde duas vezes ao comprar produtos dessa origem. “No caso do cigarro, da bebida, da auto peça, do combustível, do remédio, do produto de higiene e limpeza, do produto cirúrgico hospitalar, além do prejuízo financeiro para o governo e indústria, esses produtos sempre vão causar danos para a saúde ou para a segurança do consumidor porque são feitos com matéria-prima de péssima qualidade e sem controle sanitário.”

Mobilizações durante todo o dia

Hoje, está sendo realizado um mutirão de destruição de produtos contrabandeados apreendidos pela Receita Federal, em São Paulo e em Foz do Iguaçu. Mais de 12 toneladas de cigarros devem ser destruídas ao longo do dia.

Como parte das atividades da campanha, as entidades também apresentam até o dia 31 de março, no Congresso Nacional, a miniexposição “Cidade do Contrabando”, que simula as benfeitorias possíveis se o contrabando e o comércio de produtos ilegais fossem extintos.

Segundo a entidade, com R$ 130 bilhões, seria possível construir mais de mil hospitais, ou 65 mil creches ou 1,36 milhão de casa populares, ou ainda 25 mil escolas públicas.

 

*Colaborou Flavia Albuquerque, de São Paulo 

Ftone: Agência Brasil (29/03/17)

 

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