O Brasil que nós queremos

O Movimento em Defesa do Mercado Legal Brasileiro, que é coordenado pelo ETCO e FNCP, em conjunto com a Frente Parlamentar Mista de Combate ao Contrabando e à Falsificação, uniram forças com o governo e a sociedade civil para lançar, no último dia 29 de março, a campanha “O Brasil que nós queremos”. O objetivo,  além de alertar governo e sociedade para os prejuízos causados pelo contrabando, é propor uma agenda positiva de combate a esse crime, que resulte em um país livre do comércio ilegal, onde se possa gerar mais empregos, renda, arrecadação para os Estados e condições de desenvolvimento econômico para a população.

Evoluir do discurso para a prática

Combater a ilegalidade é condição prioritária para alcançar este país que nós queremos. Além de prejudicar o Brasil economicamente, atividades como o contrabando de cigarros, armar e drogas, fomentam o crime organizado.

Desta forma, foi definida entre os participantes, uma agenda de trabalho que começa agora e será desenvolvida ao longo de 2017. Esse pacto foi protocolado em cerimônia que contou com a presença do Ministro da Justiça, Osmar Serraglio e prevê, em linhas gerais:

  • Apoio técnico e operacional à execução do Plano Nacional de Frinteiras (com foco na fronteira entre Brasil e Paraguai)
  • Implementação de ações de inteligência no combate ao contrabando
  • Identificação de recursos financeiros para investimentos em recursos humanos e tecnológicos
  • Promover discussões no legislativo de medidas que facilitem a execução do plano de fronteiras
  • Criação de grupos de trabalho conjuntos (parlamento, sociedade civil, governo e judiciário)
  • Fomentar debate com países vizinhos
  • Sensibilizar a sociedade sobre os impactos da ilegalidade, incentivando uma mudança de comportamento.

Além da assinatura do acordo, a campanha contou com uma forte
,  um evento com a destruição de produtos contrabandeados em São Paulo e Foz do Iguaçu,  abertura da exposição Cidade do Contrabando, no saguão da Câmara dos Deputados e uma ampla cobertura a imprensa.

Compartilhe