Governo pretende tirar 400 mil pessoas da informalidade este ano

O arrocho nas contas públicas previsto para este ano, em decorrência do crescimento zero da economia em 2014 e da crise que o país enfrenta em consequência disso, fez com que o governo federal tomasse várias providências para tentar recuperar o caixa. Entre os setores que vêm sendo alvo de ações e medidas para este fim está o trabalhista.

No apagar das luzes em 2014, o governo editou e publicou as medidas provisórias 664 e 665, que tornam mais rígidas as regras para acesso ao seguro desemprego, abono salarial, pensão por morte e auxílio doença. Isso provocou a reação das centrais sindicais que negociam até hoje com o governo a flexibilização das medidas, recorrendo a todas as instâncias possíveis para impedir que as regras sejam efetivamente implementadas.

Dando continuidade às medidas na área trabalhista, visando a recuperação de recursos, esta semana, mais uma ação do governo foi anunciada. O combate à informalidade no Brasil e a fiscalização do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) foi lançado pelo ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, na quarta-feira (11), com o objetivo de tirar trabalhadores da informalidade e ao mesmo tempo engordar os cofres públicos.

Fonte: Gazeta Digital (13/02)

Para acessar a máteria complete, clique aqui

 

Compartilhe