Florianópolis recebe “Campanha Exporte Legal”

Por ETCO
17/05/2012

A Associação Brasileira de Empresas de Software (ABES) apresentou em Florianópolis a “Campanha Exporte Legal”, para estimular a regularização na estrutura de TI das indústrias exportadoras e prepará-las para as novas regras de competição leal que se consolidam no mercado global.

Florianópolis foi a sexta cidade a conhecer a “Campanha Exporte Legal”, em evento que reuniu empresários catarinenses de vários setores, com o objetivo de alertá-los sobre a importância de utilizar uma estrutura de TI regular. As apresentações mostraram de forma clara que a crescente competitividade do mercado global e a adoção de novas regras em importantes mercados importadores impõem obstáculos àqueles produtores que mantiverem irregularidades em suas infraestruturas de TI, o que pode acarretar prejuízos financeiros e afetar a imagem do setor onde atuam. A campanha recebeu o apoio do ETCO, Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE), Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC) e da FECOMÉRCIO.

“Com a parceria da ACATE e o apoio da FIESC, queremos, com esta campanha, ajudar as empresas que trabalham para legalizar seus aplicativos e ganhar o mercado externo. Estamos nos adiantando para ganhar competitividade”, afirmou o presidente da ABES, Gérson Schmitt.

De acordo com o 2010 IDC-BSA Global Software Piracy Study, divulgado em maio de 2011 pela Business Software Alliance, entre os países que formam os BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China), o Brasil possui a menor taxa de pirataria de software, 54%. O maior índice é o da China, com 78%, seguida pela Rússia, com 65%, e Índia, com 64%. Ainda que o Brasil esteja muito distante de economias com baixos índices de utilização de TI ilegal, cujas taxas médias ficam em torno de 30%, entre os BRICs é ele o país com maior possibilidade de chegar a esses índices e ampliar a competitividade de sua indústria no comércio global.

Heloisa Ribeiro, diretora-executiva do ETCO, presente no evento, explica que “o principal destino de exportação de muitos produtos brasileiros são os EUA, país que iniciou um movimento de restrição comercial a empresas que não tenham sua estrutura de TI legalizada”. Para ela, “este é um exemplo de que a implantação de políticas de legalização de TI fará toda a diferença no ambiente global de negócios”.

A campanha conta com ações que incluem peças publicitárias, que estão sendo veiculadas nacionalmente em revistas, sites, palestras e eventos educativos apresentados em diversas regiões do País. Para acompanhar a legislação, ações e eventos dessa campanha educativa, foi lançada uma página específica: www.exportelegal.com.br.

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