Precisamos falar sobre ética

Por Claudia Rondon*

O Brasil vive uma situação inédita, provocada pela profunda crise que envolve valores éticos e morais. Nós, brasileiros, temos de encarar a dimensão da corrupção. Sempre soubemos que havia corrupção nas esferas do poder, mas a Operação Lava Jato trouxe à luz detalhes e números nunca imaginados. O tamanho e a constância da corrupção nos deixam indignados. Temos de transformar essa indignação em oportunidade, para que o País mude, de uma vez por todas.

A mudança virá com as novas gerações. Mas o que os jovens de hoje pensam sobre corrupção e ética? Para ter essa resposta, o Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO), cliente da RP1, encomendou uma pesquisa ao Datafolha. A pesquisa, qualitativa e quantitativa, foi feita com 1.048 jovens entre 14 e 24 anos em 130 municípios de todo o País.

A conclusão: 90% dos jovens consideram a sociedade brasileira pouco ou nada ética. Reproduzindo o que tradicionalmente fazemos, os jovens atribuem os desvios de conduta aos outros. Quando avaliam a si próprios, o índice muda: 63% dizem que são éticos na maioria das vezes em seu dia a dia. A família tem imagem melhor, embora numa cena ainda problemática: 57% consideram os familiares pouco ou nada éticos. Já os amigos são vistos como pouco ou nada éticos por 74% dos entrevistados.

Preocupante. Mais preocupante ainda é a descrença na mudança. Para 56%, não importa o que se faça, a sociedade sempre será antiética. A maioria também tem uma visão flexível e elástica da ética: 55% admitem que é impossível ser ético o tempo todo. Mais. Dizem que podem agir de forma antiética se não prejudicarem ninguém.

Há esperança quando se fala de profissões. A pesquisa pediu avaliação de 0 a 10 em relação a dez categorias profissionais. Bombeiros são considerados os mais éticos (nota 8,7), seguidos por professores (8,5). Em último lugar, por óbvio, estão os políticos (2,2).

Também há esperança quando se fala em discutir o tema. Para 87% dos jovens, conversar sobre isso com a família e amigos faria a sociedade brasileira se tornar mais ética.

Justamente para discutir mais a questão, o ETCO desenvolveu uma plataforma online que servirá de apoio para que professores abordem o tema em sala de aula (www.eticaparajovens.com.br). É isso mesmo. Precisamos falar sobre ética. Em casa, na escola, no trabalho, na sociedade.

Claudia Rondon é presidente do Conselho Diretivo da Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom) e presidente e fundadora da RP1 Comunicação

Uma sociedade sem ética

Por Luiz Gonzaga Bertelli, presidente do CIEE/SP

É preocupante o resultado de uma recente pesquisa: para 90% dos jovens de 14 a 24 anos, a sociedade brasileira é pouco ou nada ética. Nesse universo, não entram apenas os políticos o que seria um efeito previsível diante da enxurrada de denúncias e processos contra eles. Os próprios familiares pertencem à categoria dos pouco ou nada éticos na opinião de 57% dos entrevistados, o mesmo acontecendo com os amigos, para 74%. E como eles veem a si mesmos? Se 63% dizem que buscam ter conduta correta no dia a dia e apenas 8% acreditam ser possível se ético o tempo todo.

Saindo do campo conceitual e caindo num questionamento mais objetivo, a firmeza se reduz. Enquanto mais de 50% concordam que, numa compra, é importante verificar se a empresa paga impostos e respeita o meio ambiente, 52% admitem comprar produtos piratas por serem mais baratos e, pior, confiam que, com isso, não prejudicam ninguém, esquecendo que parte dos tributos custeiam serviços públicos.

Entre os aspectos lamentáveis da pesquisa, realizada pelo Instituto Brasileiro de Etica Concorrencial (Etco) e o Datafolha, destacam-se três percepções negativas: 56% acham que, não importa o esforço, a sociedade sempre será antiética; é impossível ser ético o tempo todo (55%); e, para ganhar dinheiro, nem sempre é possível ser ético.

O estudo, entretanto, aponta um caminho para mudar essa visão sobre a ética, cuja valorização será um dos fatores que impedirá a repetição do triste desfile de empresários, executivos, governantes, políticos, funcionários de todos os escalões arrastados aos tribunais, sob a acusação de apropriação de dinheiro público. Acontece que, no quesito sobre profissionais com melhor imagem entre os jovens, a lista é encabeçada pelos bombeiros (nota 8,7), seguidos pelos professores (8,5). Essa percepção lança sobre os docentes a missão de moldar, com a prática e a teoria, os corações e as mentes das novas gerações. Aliás, tarefa não exclusiva deles, mas, sim, de todos os brasileiros responsáveis e desejosos de construir um país mais justo e mais próspero.

 

Artigo publicado no jornal Diário de São Paulo, em 13/07/2017

 

75% da população do Sudeste dizem que o contrabando favorece a criminalidade, aponta Pesquisa Datafolha

                         Sociedade está ciente de que o contrabando financia o crime organizado
                                 e o tráfico de drogas e armas e pede por revisão tributária

contrabando

 

Pesquisa Datafolha mostra que 75% da sociedade do Sudeste está ciente de que o comércio de produtos ilegais favorece o crescimento da violência e da criminalidade. O contrabando de cigarros do Paraguai, principal produto contrabandeado, é quem abastece o caixa e financia as atividades das facções criminosas.

Encomendada pelo Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO), em parceria com o Fórum Nacional Contra à Pirataria e Ilegalidade (FNCP), a pesquisa inédita revela ainda que 86% dos entrevistados da região acreditam que as altas taxas de impostos sobre produtos fabricados no Brasil favorecem o aumento do contrabandeados no território nacional, principalmente advindo do Paraguai.

Mesmo ciente dessa realidade, quando questionados sobre o consumo de produtos contrabandeados, 25% dos entrevistados do Sudeste admitem o hábito de comprar produtos ilegais, como eletrônicos, roupas, calçados, DVD’s de jogos e filmes e cigarros.

Quase 90% da população do Sudeste é a favor da revisão de impostos sobre os produtos legais para tornar o seu preço mais acessível e mais competitivo em relação aos ilegais. Além disso, metade dos brasileiros acreditam que o governo federal é o principal responsável pela entrada de produtos contrabandeados no país.

“O levantamento evidencia que o principal estímulo ao contrabando é a diferença entre o preço, resultado da vantagem financeira que os criminosos têm em função da disparidade tributária entre o Brasil e o Paraguai. Ou seja, é necessária maior fiscalização nas fronteiras do Centro-Oeste e revisão dos impostos sobre os produtos nacionais para que tenhamos plena legalidade do mercado interno e mais segurança”, pondera Edson Vismona, presidente do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial.

“A sociedade também está ciente que é responsabilidade do Governo Federal e de outras autoridades o combate ao contrabando no Brasil e, consequentemente, do aumento da criminalidade, com o tráfico de drogas e de armas”, conclui Vismona.

Além da violência e o tráfico de drogas, o desemprego e a evasão fiscal também são rastros que o contrabando de produtos ilegais deixa por onde passa. Por ano, o Brasil perde cerca de R$ 115 bilhões com o comércio de mercadorias ilegais, montante suficiente para construir 974 hospitais, ou 57 mil creches ou ainda 22 mil escolas públicas.

 

O impacto do contrabando na realidade dos brasileiros

Em artigo publicado no jornal A Tribuna, do Espírito Santo no dia 14/10, o Presidente do ETCO, Edson Vismona, fala sobre as conclusões da pesquisa Datafolha sobre o contrabando e o que é preciso para combatê-lo.

 

O impacto do contrabando na realidade dos brasileiros

por Edson Vismona

Uma pesquisa inédita encomendada pelo Instituto Brasileiro de Ética concorrencial (ETCO) para o Datafolha traz dados surpreendentes. O levantamento feito com mais de 900 pessoas no Sudeste do País mostra que a maioria dos entrevistados (75%) acreditam que a entrada dos produtos contrabandeados no País favorece o crescimento da violência e da criminalidade.

E ainda mais alarmante: mesmo diante desta informação, a maioria dos entrevistados reconhece que vai continuar comprando mercadorias ilegais.

Mas o que torna o produto contrabandeado tão atrativo? Outra pergunta feita na pesquisa pode elucidar essa questão: os altos impostos praticados no Brasil. Para 86% dos entrevistados, o aumento de impostos de produtos brasileiros favorece a entrada de produtos contrabandeados. Isso porque devido à tributação, o produto nacional geralmente custa mais caro. É a questão do preço.

Tomemos como exemplo o produto mais contrabandeado para o Brasil, o cigarro, em que a carga tributária pode superar 80%. Não é difícil concluir o motivo pelo qual atualmente, 30% do marcado brasileiro é dominado por marcas contrabandeadas, gerando, apenas em 2015, evasão fiscal de R$ 4,9 bilhões aos cofres públicos. Atualmente, 19% do mercado capixaba de cigarros é dominado por marcas ilegais.

Entre 2012 e 2015, o mercado de cigarros contrabandeados deu um salto de 6% no Estado, enquanto o mercado formal sofreu uma retração de igual proporção. enquanto marcas como Gifty e Bill são vendidas por um preço médio de R$ 3,77 – abaixo do preço mínimo de R$ 5,00 estabelecido em lei – o estado contabiliza perdas de R$ 75 milhões, apenas pela evasão fiscal entre 2012 e 2015. Perdem, portanto, o governo e a população e ganham os criminosos, extremamente bem sucedidos em seus negócios, realizados à margem de qualquer Lei.

É certo que uma medida de natureza tributária seria de grande ajuda e poderia surtir efeitos significativos. Em se tratando de cigarros, especificamente , tal medida deveria buscar um equilíbrio que possibilitasse a efetividade dos ajustes tributários em termos de redução dos consumidores do mercado legal para o ilegal, como orienta a própria OMS.

Além da questão tributária a fragilidade das fronteiras também precisa ser combatida, na medida em que representa uma das principais oportunidades para enfrentamento a esse crime. Especificamente com relação a este ponto, o governo federal já se sensibilizou e determinou a criação de um grupo de trabalho formado por diversos ministérios afetos aos assunto. Relatório recente do Tribunal de Contas da União (TCU) apontou diversas oportunidades de eficiência e, principalmente, de governança para a resolução do problema das fronteiras, que é de interesse público e soberania nacional.

Na luta contra o contrabando, é preciso, contudo, que as autoridades, tanto na esfera federal como estadual, compreendam o que a sociedade já entendeu: aumento de impostos já não são mais toleráveis e o governo tem papel fundamental na instauração de um ambiente de legalidade e concorrência justa no mercado interno brasileiro.

O impacto do contrabando na realidade dos brasileiros

Edson Vismona

Uma pesquisa inédita encomendada pelo Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO) para o Datafolha traz dados surpreendentes. O levantamento feito com mais de 900 pessoas do sudeste do país mostra que a maioria dos entrevistados (75%) acreditam que a entrada de produtos contrabandeados no país favorece o crescimento da violência e da criminalidade. E ainda mais alarmante: mesmo diante desta informação, a maioria dos entrevistados reconhece que vai continuar comprando mercadorias ilegais.

Mas o que torna o produto contrabandeado tão atrativo? Outra pergunta feita na pesquisa pode elucidar essa questão: os altos impostos praticados no Brasil. Para 86% dos entrevistados, o aumento de impostos de produtos brasileiros favorece a entrada de produtos contrabandeados. Isso porque, devido à tributação, o produto nacional geralmente custa mais caro. É a questão do preço.

Tomemos como exemplo o produto mais contrabandeado para o Brasil, o cigarro, em que a carga tributária pode superar 80%. Não é difícil concluir o motivo pelo qual, atualmente, 30% do mercado brasileiro é dominado por marcas contrabandeadas, gerando, apenas em 2015, evasão fiscal de R$ 4,9 bilhões aos cofres públicos.

Atualmente, 19% do mercado capixaba de cigarros é dominado por marcas ilegais. Entre 2012 e 2015, o mercado de cigarros contrabandeados deu um salto de 6% no estado, enquanto o mercado formal sofreu uma retração de igual proporção. Enquanto marcas como Gifty e Bill são vendidas por um preço médio de R$ 3,77 – abaixo do preço mínimo de R$ 5,00 estabelecido em lei – o estado contabiliza perdas de R$ 75 milhões de reais, apenas pela evasão fiscal entre 2012 e 2015. Perdem, portanto, o governo e a população e ganham os criminosos, extremamente bem-sucedidos em seus negócios, realizados à margem de qualquer Lei.

É certo que uma medida de natureza tributária seria de grande ajuda e poderia surtir efeitos significativos. Em se tratando de cigarros, especificamente, tal medida deveria buscar um equilíbrio que possibilitasse a efetividade dos ajustes tributários em termos de redução de consumo, sem, contudo, provocar a migração dos consumidores do mercado legal para o ilegal, como orienta a própria OMS.

Além da questão tributária a fragilidade das fronteiras também precisa ser combatida, na medida em que representa uma das principais oportunidades para enfrentamento a esse crime. Especificamente com relação a este ponto, o governo federal já se sensibilizou e determinou a criação de um grupo de trabalho formado por diversos ministérios afetos ao assunto. Relatório recente do Tribunal de Contas da União (TCU) apontou diversas oportunidades de eficiência e, principalmente, de governança para a resolução do problema das fronteiras, que é de interesse público e soberania nacional.

Na luta contra o contrabando, é preciso, contudo, que as autoridades, tanto na esfera federal como na estadual, compreendam o que a sociedade já entendeu: aumentos de impostos já não são mais toleráveis e o governo tem papel fundamental na instauração de um ambiente de legalidade e concorrência justa no mercado interno brasileiro.

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Edson Vismona é presidente executivo do ETCO – Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial

Artigo publicado no Jornal A Tribuna (ES) em 14/10/2016

O contrabando e o crime organizado

Pesquisa Datafolha, encomendada pelo Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO), mostra que 75% dos brasileiros acreditam que a redução de impostos sobre os cigarros nacionais contribuiria para o combate ao crime organizado. O contrabando de cigarros, principalmente do Paraguai, é quem abastece o caixa e financia as atividades das facções criminosas, como o tráfico de drogas e de armas.

[su_button url=”https://www.etco.org.br/11/wp-content/uploads/Contrabando_Agosto_2016_ETCO.pdf” target=”blank” background=”#304D65″ size=”4″ radius=”5″ icon=”icon: file-pdf-o”]Confira o resultado da pesquisa em formato PDF[/su_button]

 
Confira o resultado da pesquisa realizada entre os dias 23 a 27 de agosto de 2016, com 2.081 pessoas no Brasil.

 

A percepção dos brasileiros sobre o contrabando

Em março de 2018, o ETCO patrocinou uma nova pesquisa do Datafolha sobre a percepção dos brasileiros em relação ao contrabando. Confira.
 

Imprensa dá grande destaque a pesquisa sobre contrabando

Pesquisa revela que um em cada três brasileiros já comprou produtos contrabandeados

A pesquisa inédita que mostrou como os brasileiros enxergam o contrabando, divulgada em maio, teve grande repercussão na mídia. Centenas de jornais, revistas e emissoras de rádio e televisão deram destaque ao estudo que revelou que 77% das pessoas acreditam que o contrabando prejudica o país e 86% veem relação entre essa prática e outros crimes. A pesquisa foi realizada pelo Datafolha por encomenda do ETCO-Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial, com o apoio do Movimento em Defesa do Mercado Legal Brasileiro.

Pelo menos 92 veículos de 9 estados fizeram reportagem própria sobre o assunto. Além disso, ele foi divulgado por agências que distribuem conteúdo para veículos de todo o país, como a Agência Brasil e a RádioWeb – só esta última contabilizou a transmissão da notícia por 269 emissoras de 26 estados.

Um dos maiores destaques foi dado pelo Bom Dia Brasil, da Rede Globo, telejornal matinal de maior audiência no país. Ao todo, o programa dedicou mais de 6 minutos ao tema em sua edição do dia 25 de maio, data da divulgação da pesquisa. Além da reportagem e dos comentários feitos pelos apresentadores Ana Paula Araújo, Chico Pinheiro e Rodrigo Bocardi, os resultados apontados pela pesquisa foram tema da análise do jornalista Alexandre Garcia, que abordou os problemas trazidos pelo contrabando para a economia brasileira e o papel do governo no combate a essa prática.

Ainda na televisão, a pesquisa repercutiu em redes abertas, como TV Gazeta, de São Paulo, e SBT, e canais a cabo, como Bandnews TV e Globonews – nesta última, com a presença no estúdio do presidente do ETCO, Evandro Guimarães. Ele também participou do programa do jornalista Milton Jung – transmitido no horário de maior audiência da rádio CBN – e foi autor de artigo sobre o assunto publicado no jornal Folha de S.Paulo no dia seguinte à divulgação da pesquisa.

 

Clique aqui e assista a matéria completa veiculada no jornal Bom Dia Brasil

Clique aqui e acesse os principais dados da pesquisa

 

Datafolha mostra o que o brasileiro pensa sobre o contrabando

capa pesquisaO brasileiro sabe que o contrabando provoca enormes prejuízos à nação, atrai consumidores porque não paga os altos impostos do país, comercializa produtos de baixa qualidade, estimula o crime organizado e se beneficia da ineficiência com a qual é combatido pelo governo. Essas foram as principais conclusões de uma pesquisa inédita do Datafolha, encomendada pelo ETCO-Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial com apoio do Movimento em Defesa do Mercado Legal Brasileiro, divulgada no dia 25 de maio.

“A pesquisa revelou que os brasileiros entendem a gravidade do problema”, afirmou Evandro Guimarães, presidente do ETCO. “Também mostrou que a população apoia um combate mais rigoroso ao contrabando.”

O estudo teve ampla repercussão na mídia. No dia em que foi divulgado, por exemplo, foi assunto de reportagem e comentário do programa Bom Dia Brasil, da TV Globo, e de entrevista na rádio CBN de São Paulo.

O Datafolha ouviu 2.401 pessoas acima de 16 anos entre 22 e 24 de abril, em todo o país. O estudo tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou menos. Confira os principais números.

 

 O que pensa o brasileiro

causa

92%  Se o produto legal fosse mais barato, o brasileiro não compraria o contrabandeado.

89%    O produto de contrabando custa menos porque não paga impostos.

efeito

77% O contrabando prejudica o país e a população

80% Traz prejuízo ao comércio e à indústria nacional.

77% Produtos contrabandeados são feitos de materiais de pior qualidade.

 

crime

86% O contrabando incentiva o crime organizado e o tráfico de drogas.

83% É crime vender contrabando.

74% É crime comprar contrabando.

 

responsa

48% O governo federal é o principal responsável pela entrada do contrabando no país.

90% O governo é pouco ou nada eficiente no combate ao contrabando.

solução

61% A solução é reforçar o policiamento nas fronteiras e as penas aos contrabandistas.

 

Ouça a entrevista dada à Radio CBN/SP (25/05/2015)