Brasil apresenta a embaixadas novo plano de combate pirataria

Por ETCO
19/08/2009

Fonte: Portal do Governo Brasileiro – Em Questão – DF – 19/08/2009

O Conselho Nacional de Combate Pirataria (CNCP), presidido pelo Ministério da Justiça, apresentou nesta terça-feira (18), em Brasília, a representantes de diversas embaixadas, o novo Plano do governo federal para o enfrentamento a esse tipo de crime. A estratégia tem 23 projetos, e como principal foco a educação e a conscientização do consumidor sobre os malefícios na compra de produtos falsificados.

“Buscamos mobilizar a sociedade civil para esta luta e temos constatado o esforço por parte de vários segmentos”, destacou o secretário-executivo do CNCP, André Barcellos, que também expôs a “logo” do Conselho: “Brasil Original – Compre essa Atitude”. O selo aparecerá em embalagens ou em etiquetas de marcas autênticas, como tênis, camisetas e eletrônicos. “A iniciativa é um convite para a mudança de comportamento, porque só o esforço repressivo não resolve o problema”.



 
Os projetos começam a ser desenvolvidos ainda este semestre. O “Cidade Livre de Pirataria”, por exemplo, visa parcerias com os municípios – muitas delas já em negociação pelo CNCP e que serão firmadas em novembro. O mesmo está em andamento junto a shoppings e lojistas, para campanhas de conscientização dos clientes.
Outra novidade é o Portal de Combate Pirataria, que passará a funcionar até dezembro. Será interativo, com textos educativos e idéias promocionais. O CNCP está articulando, ainda, com provedores de internet, a criação de mecanismos que bloqueiem a oferta de produtos falsificados no mundo virtual.



 
“Foi uma ótima oportunidade para conhecer as ações prioritárias de 2009, que são realmente interessantes”, comentou a secretária de Assuntos Econômicos da embaixada americana, Melissa San Miguel. Katsumoto Yoshimura, do Japão, enfatizou que elas são essenciais, já que muitas empresas nipônicas investem no Brasil.



 
O encontro desta terça-feira foi no Palácio do Itamaraty e contou com a participação dos ministérios das Relações Exteriores e da Cultura, além do Instituto Etco, Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes) e da  Confederação Nacional do Comércio (CNC).