Marcas deixam de faturar R$ 1.6 bi com tênis pirata

Hoje (13/10), o Valor Econômico publicou matéria que aborda o prejuízo das marcas fabricantes de tênis esportivos por conta da pirataria. De acordo com dados reunidos por uma pesquisa inédita realizada pelo Ibope sob encomenda da Associação pela Indústria e Comércio Exportivo (Ápice), as marcas deixaram de faturar R$1,6 bi com os produtos pirateados nos últimos 12 meses. Ao todo, 18,9 milhões de pares de tênis esportivos pirateados foram vendidos, volume que correspondeu a 23% do total consumido no país. Com isso, além do prejuízo financeiro, as companhias deixaram de empregar 145 mil pessoas, que seria o número necessário para a fabricação de 19 milhões de pares por ano e o governo federal, deixou de arrecadar R$ 637 milhões em impostos. Edson Vismona, presidente da Fórum Nacional Contra a Pirataria (FNCP) disse que os artigos esportivos estão entre as principais categorias de produtos pirateados no país, juntamente com óculos, cigarros, TV por assinatura, perfumes, música e filmes. Atualmente, existem seis processos de investigação de contrabando de tênis esportivos no país.

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